Sou de uma comunidade pequena, remanescente de um quilombo. Vivíamos fechados para o desenvolvimento.
Aos poucos, a realidade do êxodo rural está sendo mudada. Hoje, os jovens da minha, amada Boitaraca, não pensam mais em abandoná-la para ir em busca de melhores condições de vida nas grandes cidades. Hoje, queremos ficar, valorizar o que temos e transformar a imagem de comunidade excluída.
Eu, Camila Neves, comunicadora voluntária, tenho um papel fundamental nesse processo de desenvolvimento. Com as oportunidades que nos são oferecidas, quero sugar o máximo de conteúdo que puder.
Quero levar o mundo para minha comunidade e trazê-la para o mundo, sem precisar sair de lá. Quero vê-la crescer, multiplicar-se, de maneira que continuemos cientes das nossas raízes, de onde viemos, onde estamos e para onde queremos ir.
Aos poucos, a realidade do êxodo rural está sendo mudada. Hoje, os jovens da minha, amada Boitaraca, não pensam mais em abandoná-la para ir em busca de melhores condições de vida nas grandes cidades. Hoje, queremos ficar, valorizar o que temos e transformar a imagem de comunidade excluída.
Eu, Camila Neves, comunicadora voluntária, tenho um papel fundamental nesse processo de desenvolvimento. Com as oportunidades que nos são oferecidas, quero sugar o máximo de conteúdo que puder.
Quero levar o mundo para minha comunidade e trazê-la para o mundo, sem precisar sair de lá. Quero vê-la crescer, multiplicar-se, de maneira que continuemos cientes das nossas raízes, de onde viemos, onde estamos e para onde queremos ir.
Por Camila Neves - 19 anos - Boitaraca
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